Fernandópolis entra na luta em defesa de meninos e meninas e participa mais uma vez da “Campanha de Combate ao Abuso e Exploração Sexual – Faça Bonito – Proteja Nossas Crianças e Adolescentes”.

“Infelizmente, a violência sexual contra meninos e meninas ainda é uma realidade em nosso país, por isso queremos sensibilizar todos a assumirem o compromisso no enfrentamento a esse tipo atitude”, disse o secretário municipal de Assistência Social, Gustavo Pinato.

Serão desenvolvidas diversas atividades no município, entre elas a palestra “Desafios ao Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes”, que ocorrerá no dia 17 de maio, com o preletor José Carlos Bimbatte Júnior, às 8h, na Câmara de Vereadores. O evento é destinado a estudantes e profissionais interessados no assunto.

Também no dia 17 haverá a apresentação teatral “Enfrentamento do Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, às 15h, no teatro municipal, tendo como público-alvo os usuários dos serviços socioassistenciais.

Depois, no dia 18, ocorre a passeata de combate ao abuso e exploração sexual, com saída em frente às Casas Bahia, na rua Brasil, às 9h. Na ocasião serão entregues folhetos educativos. No momento da passeata os participantes levarão nas mãos a flor (Girassol) que simboliza a Campanha de Enfrentamento, que será confeccionada previamente nos espaços ocupacionais dos participantes. A campanha tem como símbolo uma flor, como uma lembrança dos desenhos da primeira infância e uma associação entre a fragilidade de uma flor e a de uma criança. Nesse sentido, o desenho tem como objetivo proporcionar maior proximidade e identificação da sociedade com a causa do enfrentamento à violência sexual.

A campanha tem como objetivo potencializar o desenvolvimento de sociabilidade, do sentimento de coletividade e a organização comunitária no sentido de romper com padrões violadores de direitos; sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes; mobilizar as políticas de Atendimento, para refletir sobre a realidade do município; ampliar a mobilização da sociedade em torno do tema; e mobilizar e fortalecer o diálogo entre os atores do Sistema de Garantias dos Direitos, preconizado pelo ECA.

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